Associação formada pelas vítimas do massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira
Pais e parentes das vítimas do massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, quando Wellington Menezes de Oliveira matou 12 crianças, resolveram formar uma associação para pedir mais seguranças nas escolas públicas do Rio. Eles se reuniram na manhã deste sábado para discutir o problema. O grupo se queixa de que guardas municipais não estão comparecendo todos os dias à escola, menos de dois meses depois do ataque, no dia 7 de abril.
O nome da organização será Associação dos Familiares e Amigos dos Anjos de Realengo. O principal objetivo é conseguir uma audiência com o prefeito Eduardo Paes. O grupo pretende fazer uma manifestação no próximo dia 7, quando se completam dois meses do massacre.
Apenas uma vítima do massacre permanece internada. De acordo com boletim divulgado na sexta-feira pela secretaria estadual de Saúde, não houve alteração no estado de saúde de T.T.M., de 13 anos, que segue internada em leito de enfermaria no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Caxias, com quadro estável e se recuperando bem. A adolescente foi baleada no abdômen e na coluna, teve fratura exposta no braço esquerdo e já foi operada três vezes









